Nuvens carregadas em Porto Alegre (RS). RBS TV Uma frente fria ligada à formação de um ciclone extratropical no oceano deve manter a chuva forte na Região Sul nesta quinta-feira (2) e provocar uma virada no tempo no Sudeste a partir de sexta (3).

O sistema deve se organizar próximo à divisa entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina e abrir caminho para o avanço de uma nova massa de ar polar, que vai ser responsável por derrubar as temperaturas também em São Paulo e no Rio de Janeiro. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Antes da queda mais acentuada das temperaturas, o Sul ainda terá um dia de temporais, com previsão de chuva volumosa, raios, granizo e rajadas de vento acima de 80 km/h. As áreas mais atingidas devem ficar no centro-norte do Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no sul e sudoeste do Paraná. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Em alguns municípios, os volumes podem passar de 60 milímetros em uma hora ou superar os 100 milímetros ao longo do dia.

A formação do ciclone no oceano deve ajudar a organizar a frente fria, que começa a avançar pelo país e reforça a entrada de ar frio. Neve, chuva congelante, chuva congelada e geada: entenda as diferenças entre os fenômenos Agora no g1 No litoral do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, os ventos também devem ganhar força.

As rajadas podem chegar a cerca de 60 km/h, com possibilidade de mar agitado em alguns trechos da costa. A chuva ainda deve atingir o norte gaúcho, Santa Catarina e partes do Paraná durante a madrugada e a manhã de sexta-feira.

Ao longo do dia, porém, os temporais tendem a perder força na maior parte da Região Sul. Pancadas isoladas ainda podem ocorrer no litoral catarinense e paranaense. ☁️ Veja a previsão do tempo na sua cidade Com o afastamento da frente fria, a massa de ar polar avança e derruba as temperaturas.

Há previsão de marcas abaixo de 0°C em áreas do Rio Grande do Sul e da Serra Catarinense, além de formação de geada entre os dois estados. Uma pequena possibilidade de neve também não está descartada nas regiões mais altas das serras gaúcha e catarinense.

A ocorrência ainda é considerada incerta porque depende da combinação entre temperaturas muito baixas e umidade suficiente no momento certo. Vista do pôr do sol no bairro de Perus, em São Paulo (SP).

ROBERTO COSTA/CÓDIGO19/ESTADÃO CONTEÚDO O frio deve persistir no sábado (4), principalmente durante a madrugada e nas primeiras horas da manhã. As menores temperaturas são esperadas nos planaltos, nas serras e em municípios do interior do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina.

O vento pode aumentar a sensação de frio. No Sudeste, esta quinta-feira ainda será de tempo firme em grande parte da região.

O sol aparece em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo, com temperaturas mais altas durante a tarde. As máximas podem chegar a cerca de 32°C no oeste paulista e em áreas do Rio de Janeiro.

No sul de Minas Gerais, o amanhecer já será frio, com mínimas entre 8°C e 10°C. A umidade do ar cai durante a tarde, principalmente no oeste de São Paulo e no sul fluminense.

A mudança mais forte ocorre na sexta-feira, com a passagem da frente fria próxima ao litoral e a chegada do ar polar. A entrada de umidade do oceano favorece o aumento de nuvens e a ocorrência de chuva fraca e isolada no leste paulista e no Rio de Janeiro.

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Em São Paulo (SP), o céu mais fechado, o vento e a umidade devem deixar o dia frio, com pouca variação nos termômetros. No Rio de Janeiro (RJ), a máxima deve ficar próxima dos 23°C, também com aumento de nuvens e possibilidade de chuva passageira.

A umidade deve permanecer elevada na faixa litorânea entre os dois estados. Minas Gerais, Espírito Santo e o centro-oeste paulista devem continuar com tempo mais firme.

Mesmo nessas áreas, as temperaturas começam a cair, principalmente durante a noite e nas primeiras horas da manhã. No Centro-Oeste, a massa de ar polar deve alcançar o oeste e o sul de Mato Grosso e áreas de Mato Grosso do Sul.

O resfriamento será mais perceptível na sexta-feira, com mínimas que podem variar entre 7°C e 9°C nas áreas mais frias. Previsão de chuva nesta quinta em todo o país.

CPTEC/Inpe Apesar do avanço do ar polar, grande parte da região continuará com tardes quentes. As máximas podem chegar a 34°C ou 36°C, principalmente no norte de Mato Grosso.

A diferença entre as temperaturas da manhã e da tarde será elevada. A baixa umidade continuará sendo o principal motivo de atenção no Centro-Oeste.

Os índices podem ficar entre 20% e 30% durante as horas mais quentes em Mato Grosso, Goiás, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal. O tempo seco também aumenta o risco de queimadas.

A combinação de vegetação ressecada, falta de chuva, calor durante a tarde e baixa umidade favorece a propagação do fogo. 📱GloboPop: confira o palco do Jornal Nacional na plataforma de vídeos verticais da Globo No Nordeste, o interior segue com tempo firme e seco nesta quinta e na sexta-feira. A faixa litorânea entre o Rio Grande do Norte e a Bahia pode registrar chuva fraca, rápida e isolada por causa da umidade que chega do oceano.

No Sertão, a umidade pode cair para valores entre 20% e 30%. As temperaturas máximas ficam entre 34°C e 36°C, principalmente no interior do Piauí.

As menores temperaturas, entre 11°C e 13°C, são esperadas em áreas do centro-sul da Bahia. Na Região Norte, as pancadas de chuva continuam concentradas no oeste e no norte do Amazonas, em Roraima, no Amapá, na Ilha do Marajó e no norte do Pará.

Também pode chover de forma localizada no oeste do Acre, principalmente durante a tarde. Algumas pancadas podem ser acompanhadas de raios e rajadas de vento.

Na sexta-feira, a chuva mais intensa deve se concentrar no norte do Amazonas, com precipitações mais rápidas e isoladas nos demais estados. Em Tocantins, Rondônia e no sul do Pará, o tempo permanece firme e seco.

As máximas podem variar de 36°C a 38°C nesta quinta e continuar próximas de 35°C a 37°C na sexta-feira. A umidade pode cair para perto de 20% nas horas mais quentes.

Temperaturas mínimas previstas para esta quinta em todo o Brasil. CPTEC/Inpe Indicadores sobre o clima estão em alerta vermelho LEIA TAMBÉM: Cientistas descobrem formação geológica no Triângulo das Bermudas que pode explicar mistérios da região Japoneses processam governo por inação climática e pedem indenização É #FAKE que Amazônia não contribui para equilibrar clima do mundo